O Exército português vê os blindados 8×8, alvo de críticas no passado, serem agora pedidos pela NATO para reforçar posições no leste da Europa. Segundo a fonte, a aliança busca plataformas rápidas e de grande alcance para o flanco oriental, em meio à guerra na Ucrânia.
Durante anos, os veículos foram alvo de polêmica em Lisboa, com atrasos, revisões de contratos e dúvidas sobre o ganho operacional. Os carros foram chegando, tripulações foram formadas e os blindados passaram a participar de missões no exterior, como no Afeganistão e no Sahel.
Para a fonte, a combinação de mobilidade, proteção e versatilidade explica o interesse. Os veículos sobre rodas têm custo logístico menor que os de lagartas e podem ser adaptados para transporte, evacuação, reconhecimento e apoio de fogo. A família também é compatível com parceiros que operam modelos como Boxer, Stryker ou Patria.
O texto lembra desafios permanentes, como peças sobressalentes, formação contínua e gestão do ciclo de vida. Sem contratos de apoio sólidos, a frota pode perder disponibilidade. Também são citados planos tecnológicos, como integração de sistemas, kits antidrone e torres remotas.
O material não informa quantos veículos seriam enviados, quando o deslocamento ocorreria nem em quais unidades ficariam. A fonte também não detalha uma resposta oficial do governo português ou do Exército. Para o autor do texto, o caso mostra que decisões de defesa precisam ser avaliadas no longo prazo.




