O acesso à órbita passou a ser dominado por empresas privadas, e não mais apenas por governos. Segundo reportagem publicada pelo jornal português Correio da Manhã, o espaço deixou de ser território exclusivo das grandes potências e se tornou um negócio ditado por corporações.
Da disputa entre nações ao mercado
Durante a Guerra Fria, governos arcavam com custos muito altos das missões em nome da supremacia nacional. Segundo o texto, essa lógica mudou. Hoje, a exploração espacial se orienta por contas de resultado e por marcas comerciais.
A reportagem cita empresas como SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic, que, de acordo com o texto, criaram uma indústria real e lucrativa. Bilhetes de turismo espacial custam centenas de milhares de euros e permitem experimentar a gravidade zero e observar a curvatura da Terra.
O material afirma que esse turismo para uma elite é apenas a parte mais visível de uma transformação maior. O texto, porém, não detalha quais são as outras atividades que compõem essa mudança.
Ainda não está claro, pelo material disponível, qual é o tamanho desse mercado, quantas pessoas já viajaram e quais regras regulam essas operações. A fonte também não aponta os efeitos desse modelo sobre o acesso ao espaço para países e cidadãos fora do circuito das empresas privadas.




